MENINICE ESPIRITUAL!

O amor do Pai, conduziu Jesus no caminho da maturidade da fé. Logo após o encontro de José e Maria com Jesus no templo, onde Ele diz “Não sabíeis que preciso ocupar-me das coisas de meu Pai”, a palavra nos diz: Crescia em sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. O itinerário de amor do Pai pelo seu filho Jesus que o fazia crescer no amadurecimento humano e espiritual, até a morte de si mesmo, é nosso também. Aquele que se torna filho é conduzido pelo Pai pelo mesmo caminho do Filho.
No amadurecimento humano: É preciso motivar, em nossas comunidades, o sair das atitudes de infantilidades e aceitar crescer. Como Jesus teve que enfrentar os desafios de não ser compreendido, não ser amado por todos, de não possuir o que deseja, de esperar o tempo próprio, de ouvir discussões de seus apóstolos, questionamentos dos escribas e fariseus. Ele teve que acolher, de maneira crescente, os desafios que exigem o esforço do corpo: acordar cedo, caminhar embaixo do sol, da chuva, dormir mais tarde, rezar diariamente, cumprir as tarefas do dia…
O esforço de amadurecer exige querer crescer. Como Jesus poderia entregar seu corpo na cruz se antes não tivesse experimentado a entrega do corpo na sua missão diária? Como poderia ter chegado a estatura do homem maduro se antes não tivesse morrido muitas vezes para sua vontade própria, deixando emergir o mais essencial que o Pai tinha colocado Nele: O Faça-se a Tua vontade?
Em sua história desde bebê, no Egito precisou viver foragido, com um povo estrangeiro, alimentação de todo o tipo, e em meio aos pagãos sustentar sua fé. Em Nazaré entre os parentes, ouvindo e presenciando os sofrimentos da espera “Deus nos enviará o Salvador”, aprendendo o valor da amizade, a dignidade do trabalho que dá bons frutos e nos obriga a vencer o cansaço. Na Sua humanidade, o Pai lhe oportuniza a estrutura equilibrada de uma criança que se tornava, no dia a dia, um homem feito. Este é o desejo do Pai para nós seus filhos, fazer em nossas comunidades homens e mulheres adultos em nossa humanidade, livres de toda infantilidade, responsáveis pela nossas próprias decisões, pela nossa própria vocação, missão na Igreja e no mundo.
Jesus precisou também amadurecer na confiança do amor do Pai, reconhecer onde o Espírito soprava , para poder agir: Naquele cego que gritava , “Jesus Filho de Davi tem piedade de mim”. Naquela mulher que o tocou e dele saiu uma força. Naquela resposta de Pedro que o convenceu “Bendito és tu Simão, pois não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus”. Este também é nosso caminho na fé, na certeza de que o Espírito vai se manifestar, vai direcionar onde precisamos atuar, dentro de nós, ao nosso redor, em nossa missão e vocação. Abandonar-se a sua linguagem da espera ou da ação. “Ainda não chegou minha hora” ou ...vamos a Jerusalém”. É preciso escutar o Espírito que revela a vontade do Pai, e realiza-la mesmo quando ainda permanecem duvidas, porque pelos frutos O conheceremos. É preciso comer alimento sólido, sem centralizar o emocional, mas o espiritual. Crer independentemente do prazer, da resolução dos problemas, do alívio do fardo. Crer naquele que me conforta, me sustenta, que me ergue do chão. Crer Naquele que está comigo faça chuva ou faça sol, porque coloca sobre mim, seu filho(a) toda Sua afeição. Crer naquele que conhece tudo de mim por isto sabe como falar comigo. Crer no que os meus olhos não veem, mas se realiza na dimensão do mistério onde não alcanço por inteiro. Crer a ponto de abandonar-se nas mortes pessoais para ressurgir na liberdade de Filho de Deus, pois não tem mais nada a perder porque está entregue em Suas mãos.

A INSTABILIDADE
A julgar pelo tempo, já devíeis ser mestres! Contudo ainda necessitais que vos ensinem os primeiros rudimentos da palavra de Deus, e vos tornastes tais, que precisais de leite em vez de alimento sólido! Ora, quem se alimenta de leite não é capaz de compreender uma doutrina profunda, porque é ainda criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que a experiência já exercitou na distinção do bem e do mal. (Hb 5:12-14)

Uma mãe diz a uma menina: “quero que vá lavar a louça, enquanto vou à padaria.”
Quando a mamãe retorna, a louça ainda está parcialmente lavada, e a garotinha já não está mais ali; já está brincando de bonecas com a garota da vizinha.
As crianças são instáveis, pouco confiáveis, impressionáveis, espasmódicas. Assim, também, são as crianças espirituais.
A igreja realizou um evento avisado a todos com antecedência. Muitos irmãos se entusiasmaram e declararam Pastor, será uma benção este evento estarei presente todos os dias, sei que vou aprender muito. Durante o evento não vi na igreja muitos destes irmãos. Glória a Deus que a igreja estava cheia apesar das circunstâncias.

A CURIOSIDADE
Quando entro em casa, com uma grande caixa nas mãos, as crianças ficam arrodeando o tempo todo, cheia de curiosidade para saber o que existe dentro da caixa.
Crianças espirituais quando captam o sussurro de uma fofoca, querem logo saber de quem se trata, gostam de novidades.
CURIOSIDADE É CARACTERÍSTICA DA CRIANÇA.
As crianças espirituais, são assim, sempre se metem nos negócios alheios.
Aquele que em passando pelo caminho, se mete em questões alheias, é como o que agarra um cão raivoso elas orelhas.” (Prov. 26:17)
A Palavra de Deus nos ensina a nos metermos em nossos próprios negócios. Deus não quer que nos intrometamos nos assuntos particulares do nosso próximo.

A TAGARELICE
As crianças nunca aprendem o valor de ouvir ou silenciar. As pessoas na etapa juvenil de crescimento espiritual estão sempre falando, e falando, e falando.
A Palavra diz:
Falar sem ouvir estultícia é, e vergonha.” (Prov 18:13)
No muito falar , não falta transgressão.” (Prov. 10:19)
A voz do tolo é percebida pela multidão das palavras” (Ecles. 5:3)
Observe uma criança quando está disposta a conversar, justo quando você está querendo dormir. Precisamos tomar cuidado com aquilo que dizemos, com aquilo que falamos.
Toda Palavra fútil que o homem disser, dele haverá de prestar contas no dia do Juízo.” (Mat 12:36).

Um homem chamado Pai NASH, chegava sempre antes de Charles Finney, nos locais programados para os avivamentos, e sempre escolhia pessoas para orar.
Alguém perguntou para Finney: Irmão Finney, você conhece um pregador baixinho com o nome de Pai NASH?
Finney respondeu: – “conheço-o mesmo!”
Pergunta seguinte: “que tipo de pessoa ele é?
Resposta: “Ele é exatamente como qualquer pessoa de oração; fala pouco.”

As pessoas que falam o tempo todo, incorrem usualmente em pelo menos 3 pecados:
a) Maledicência - Comentar e delatar os defeitos e as faltas de outras pessoas que estão ausentes;
Orem por meu marido que não é crente e não quer deixar que eu venha para a igreja; ele bebe muito, xinga etc., etc. Na maioria das vezes, isto é um fato, mas, quando a pessoa chega em casa, senta-se com o marido e vai falar mal de pessoas da Igreja. Ele certamente nunca se converterá.

b) Falar vaidades sempre falar a respeito de si mesmo.
Não mais andeis como andam os gentios, na vaidade de suas próprias mentes. (Efésios 4:17b)

c) Falar tolices.
Ter um jeito amistoso é bom. É bom falar algo engraçado de vez em quando, para descontrair o auditório e facilitar o aprendizado. Mas, não deve, sempre fazer isto.
A Bíblia nos fala que piadas e anedotas não são, necessariamente pecado (quando não se trata de piadas e anedotas imorais), pois que “a má conversação corrompe os bons costumes. (I Co 15:33) Mas, não são convenientes:
“Nem conversação torpe, nem palavras vãs, ou chocarrices, coisas essas inconvenientes, antes, pelo contrario ações de graças.” (Efésios 5:4)


Fonte: IBCA.org

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